O filme Beijar e Chorar é uma produção cinematográfica que se destaca por sua abordagem emocionalmente carregada sobre a superação e a resiliência diante de desafios adversos. Lançado em 10 de fevereiro de 2017, este drama romântico e musical, dirigido por Sean Cisterna e roteirizado por Willem Wennekers, apresenta um elenco talentoso que inclui Sarah Fisher, Luke Bilyk, Chantal Kreviazuk, Sergio Di Zio e Zoë Belkin.
Beijar e Chorar apresenta uma tese central única, que vai além da sinopse básica do filme. A obra não se limita a contar a história de uma jovem patinadora diagnosticada com um tipo raro de câncer, mas explora, de forma profunda, como a arte, especificamente o canto, se torna uma fonte de força e inspiração para superar os desafios da vida. Através da jornada de Carley Allison, interpretada por Sarah Fisher, o filme demonstra como a paixão pela arte pode transformar a dor em algo positivo e catártico.
A direção de Sean Cisterna é notável por sua sensibilidade em abordar temas delicados, como a doença e a morte, sem cair no sensacionalismo ou no melodrama. Cisterna consegue criar um ambiente emocionalmente carregado, mas, ao mesmo tempo, inspirador, destacando a importância da arte como uma forma de expressão e superação. A escolha de cores e a iluminação também merecem destaque, criando uma paleta visual que reflete o estado de ânimo dos personagens e complementa a narrativa.
A atuação de Sarah Fisher é digna de nota, especialmente na cena em que Carley canta pela primeira vez após a diagnose. A química entre Fisher e Luke Bilyk, que interpreta John Servinis, é palpável, tornando as cenas de romance autênticas e emocionais. A edição do filme também é eficaz, alternando cenas de diálogo com momentos de solidão, o que ajuda a transmitir a introspecção e a luta interna de Carley. Além disso, a trilha sonora, que inclui canções interpretadas por Chantal Kreviazuk, adiciona uma camada extra de emoção à narrativa.
| Direção | Sean Cisterna |
| Roteiro | Willem Wennekers |
| Elenco Principal | Sarah Fisher (Carley Allison), Luke Bilyk (John Servinis), Chantal Kreviazuk (May Allison), Sergio Di Zio (Mark Allison), Zoë Belkin (Rebecca) |
| Gêneros | Romance, Drama, Música |
| Lançamento | 10/02/2017 |
| Produção | Mythic Productions |
Beijar e Chorar aborda vários temas centrais, incluindo a superação, a arte como terapia, o amor e a importância da família. A cena em que Carley se apresenta em um show de talentos, apesar de sua doença, é um momento poderoso que ilustra a força da arte em superar obstáculos. A relação entre Carley e sua mãe, interpretada por Chantal Kreviazuk, também é um ponto forte do filme, mostrando como o apoio familiar pode ser crucial em momentos de crise.
O nicho exato de Beijar e Chorar é o de dramas românticos e musicais que exploram a superação e a resiliência. Neste contexto, o filme pode ser comparado a outras obras que compartilham temas semelhantes, como “A Garota da Capa Vermelha” e “O Último Concerto”. Ambos os filmes exploram a arte como uma forma de superação e autoexpressão, embora em contextos diferentes. A comparação com “A Garota da Capa Vermelha” é particularmente interessante, pois ambos os filmes apresentam personagens femininas fortes que encontram na arte uma maneira de lidar com desafios pessoais.
Beijar e Chorar é um filme que vai além de uma simples história de superação. É uma obra que celebra a arte como uma forma de expressão, terapia e inspiração. Com uma direção sensível, atuações convincentes e uma narrativa emocionalmente carregada, o filme é uma experiência cinematográfica que deixará o espectador refletindo sobre a importância da arte e do amor na vida. Ideal para fãs de dramas românticos e musicais, Beijar e Chorar é uma obra que transcende seu gênero, oferecendo uma mensagem universal sobre a resiliência humana e a força da arte em superar qualquer obstáculo.




