Crônica de um Amor Louco

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Crônica de um Amor Louco é um filme de 1981 dirigido por Marco Ferreri, baseado em parte na obra de Charles Bukowski. A história acompanha Charles Serking, interpretado por Ben Gazzara, um poeta e palestrante que mergulha em uma vida de excessos em Los Angeles. O filme é uma exploração profunda da autodestruição, do masoquismo e da busca por significado em um mundo caótico.

A Direção e o Roteiro

A direção de Marco Ferreri é notável por sua abordagem surrealista e crua, capturando a essência da decadência e do desespero. O roteiro, co-escrito por Ferreri, Sergio Amidei, Charles Bukowski e Anthony Foutz, é uma obra-prima de narrativa não linear, refletindo a confusão e a fragmentação da mente de Serking. A atuação de Ben Gazzara é intensa e convincente, trazendo profundidade ao personagem.

Temas e Mensagens

O filme explora temas como a autodestruição, o vício e a busca por conexão em um mundo superficial. A relação entre Serking e as mulheres de sua vida, especialmente Cass, interpretada por Ornella Muti, é complexa e multifacetada, refletindo a ambiguidade das relações humanas. A obra também toca na ideia do artista como um observador da sociedade, questionando o papel da criatividade diante da decadência.

Pontos Fortes e Fracos

Um dos pontos fortes do filme é sua capacidade de evocar uma resposta emocional intensa no espectador. A cinematografia é crua e realista, capturando a essência de Los Angeles nos anos 80. No entanto, a narrativa pode ser desafiadora para alguns espectadores devido à sua natureza não linear e ao tom sombrio.

Atributo Detalhe
Diretor Marco Ferreri
Roteiristas Marco Ferreri, Sergio Amidei, Charles Bukowski, Anthony Foutz
Produtor Jacqueline Ferreri
Elenco Principal Ben Gazzara, Ornella Muti, Susan Tyrrell, Tanya Lopert, Roy Brocksmith
Gênero Drama
Ano de Lançamento 1981
Produtoras 23 Giugno, Ginis Films

Conclusão

Crônica de um Amor Louco é um filme que desafia e provoca. É uma obra de arte que não pode ser reduzida a uma simples análise, pois cada cena, cada diálogo, parece carregar um peso próprio. Ao assistir a este filme, prepare-se para uma jornada emocionalmente exaustiva, mas também profundamente gratificante. E você, está preparado para mergulhar na complexidade de um amor louco e autodestrutivo? Qual é o seu pensamento sobre a representação da autodestruição na arte? Deixe sua opinião nos comentários!

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