Alison e Mike, um jovem casal sem dinheiro e lutando para comprar sua primeira casa, pensam que suas orações são respondidas quando um
Que casa é aquela, meu! A Alison e o Mike se meteram numa confusão boa. Tipo, eles compram a mansão e de repente, não é só um fantasma, são vários, cada um mais pirado que o outro. E ela, a Alison, é a única que consegue ver e ouvir essa turma toda.

O ritmo da série é direto. Cada episódio tem uma questão, seja um problema com a casa, com o Mike tentando um negócio novo, ou até uma treta entre os próprios fantasmas. E a Alison no meio, tentando mediar tudo ou só sobreviver. Mas o legal é que, mesmo com as histórias fechadas, a gente vê uma linha que conecta tudo. Ela começa a entender a galera, a achar um jeito de conviver.
| Direção | Simon Hynd |
| Criação | Mathew Baynton, Simon Farnaby, Laurence Rickard, Jim Howick, Martha Howe-Douglas, Ben Willbond |
| Elenco Principal | Charlotte Ritchie (Alison Cooper), Kiell Smith-Bynoe (Michael 'Mike' Cooper), Mathew Baynton (Thomas Thorne), Simon Farnaby (Julian Fawcett), Martha Howe-Douglas (Stephanie 'Fanny' Button) |
| Gêneros | Comédia, Sci-Fi & Fantasy |
| Lançamento | 15/04/2019 |
| Produção | Monumental Television, Them There |
Os personagens, principalmente a Alison, mudam muito. No começo, ela só quer paz. Mas aí ela vai pegando um carinho pelos fantasmas. Tipo, a Fanny, que é a mais chata, ou o Julian, que não tem filtro. Ela aprende a lidar com a excentricidade de cada um. E eles, bom, eles aprendem a viver com a ideia de que tem uma viva no pedaço.
Essa dinâmica é o que torna o mundo dos fantasmas algo que você aceita. Não é magia do nada, tem regras claras: eles não podem sair da propriedade, não podem interagir com as coisas físicas na maioria das vezes. Isso dá um chão pra fantasia. É como se a série dissesse: “ok, isso acontece, agora lide com as consequências”.
Ver a Alison se virar pra montar um negócio com o Mike, enquanto tem que gerenciar um bando de fantasmas com crises existenciais, é demais. Ela vira tipo a síndica da mansão mal-assombrada. E a gente vê ela crescer nesse papel, meio a contragosto no começo, mas depois é dela.