Performance

Performance é um filme de 1970 dirigido por Nicolas Roeg e Donald Cammell, que marca a estreia de Mick Jagger no cinema. A trama acompanha Chas, um gângster interpretado por James Fox, que se refugia na mansão de Turner, um rockstar decadente vivido por Jagger. Lá, ele encontra um mundo de drogas, perversão e questionamento de identidade, liderado por Turner e suas companheiras, Pherber e Lucy.

Uma Jornada Surrealista

O filme é uma jornada surrealista que explora os limites da realidade e da sanidade. A direção de Roeg e Cammell cria um ambiente onírico, onde as fronteiras entre o sonho e a realidade se confundem. As cenas são intercaladas com uma edição não linear, o que adiciona à sensação de desconexão e desorientação. A trilha sonora, que inclui canções de Jagger, é outro elemento que contribui para a atmosfera hipnótica do filme.

Atuações e Direção

As atuações no filme são destacadas, especialmente a de James Fox, que traz uma intensidade e uma vulnerabilidade ao personagem de Chas. Mick Jagger, por sua vez, traz uma presença carismática ao papel de Turner, embora sua atuação seja um pouco limitada pelo seu papel de rockstar. A química entre os atores é palpável, e as cenas de interação entre Chas, Turner e as mulheres são particularmente memoráveis.

Temas e Mensagens

Performance explora vários temas, incluindo a identidade, a sexualidade e a decadência. O filme questiona a noção de identidade fixa e apresenta personagens que estão em constante transformação. A sexualidade também é um tema central, com cenas de nudez e intimidade que foram consideradas ousadas para a época. Além disso, o filme critica a cultura do rock e a excessiva indulgência que pode levar à autodestruição.

Atributo Detalhe
Diretores Nicolas Roeg, Donald Cammell
Roteirista Donald Cammell
Produtor Sanford Lieberson
Elenco Principal James Fox, Mick Jagger, Anita Pallenberg, Michèle Breton, Ann Sidney
Gênero Crime, Drama
Ano de Lançamento 1970
Produtora Goodtimes Enterprises

Pontos Fortes e Fracos

Um dos pontos fortes do filme é sua capacidade de criar uma atmosfera única e hipnótica. A direção de Roeg e Cammell é inovadora e ousada, e as atuações são geralmente sólidas. No entanto, o filme também tem alguns pontos fracos, como a trama um pouco confusa e a caracterização limitada de alguns personagens.

Conclusão

Performance é um filme que continua a fascinar audiências até hoje. Sua combinação de surrealismo, rock e crítica social o torna um clássico do cinema. Embora tenha seus pontos fracos, a atmosfera única e as atuações memoráveis fazem com que valha a pena assistir. E você, o que acha que é o tema mais importante explorado em Performance? Deixe sua opinião nos comentários!

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