The Partisan

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Existe algo de visceral em certas histórias que, mesmo antes de se revelarem por completo na tela, já nos fisgam a alma. É uma sensação quase de premonição, sabe? Uma certeza borbulhando no peito de que algo grandioso, algo que mexe com as fundações da nossa compreensão de bravura e resiliência, está prestes a chegar. É exatamente isso que sinto com The Partisan, que mal posso esperar para conferir logo depois do lançamento, no dia 3 de outubro.

Por que, você me pergunta, tamanho entusiasmo por um filme que ainda nem vi? Bem, vamos lá. A vida é cheia de tons de cinza, de momentos onde a linha entre o certo e o errado se dissolve sob a pressão avassaladora da sobrevivência. E se tem um período da história que escancara essa realidade brutal, é a Segunda Guerra Mundial. The Partisan nos arremessa de cabeça nesse turbilhão, mas não como mais um relato genérico de batalhas e estratégias. Não, aqui a promessa é outra: mergulhar na pele de Krystyna Skarbek, interpretada por Morgane Polanski. Essa mulher, só pelo que a história já nos conta dela, é um furacão, uma agente secreta polonesa que desafiou convenções, perigos e expectativas.

E é aí que a coisa fica interessante para mim. Não é só a poluição sonora de explosões ou a poeira sufocante das trincheiras que me atrai. É a quietude tensa de uma decisão, o brilho desesperado nos olhos de alguém que arrisca tudo. Gêneros como História, Guerra e Thriller, juntos, não são apenas rótulos para The Partisan; são um mapa para uma jornada emocional onde a adrenalina e a reflexão caminham de mãos dadas. Imagine o peso de cada passo de Krystyna, o suor frio escorrendo pela nuca enquanto ela sussurra informações vitais em meio ao caos, a mente trabalhando a mil por hora para desvendar o próximo movimento do inimigo. É essa tensão quase palpável, essa imersão na mente de uma heroína, que me puxa para a beirada do assento.

O elenco, a gente precisa falar do elenco. Morgane Polanski assumir o papel de Krystyna Skarbek é um desafio e tanto. Carregar o legado de uma figura tão complexa e carismática exige uma força interior que eu estou ansioso para ver desabrochar na tela. Ela precisa ser mais do que uma atriz; precisa ser um canal para a alma de Krystyna, para sua audácia, seu charme mortal, sua inabalável determinação. E então temos o mestre, Malcolm McDowell, listado como “Trench coat”. Pensa comigo: um ator do calibre dele, com um nome de personagem tão enigmático… isso já me faz coçar a cabeça e fantasiar sobre a natureza de sua participação. Será ele um mentor sombrio? Um inimigo traiçoeiro? Ou talvez um aliado improvável que surge das sombras? Apenas a menção dele já infunde o projeto com uma aura de mistério e uma gravidade única, como um casaco pesado que esconde segredos em seus bolsos.

Atributo Detalhe
Diretor James Marquand
Roteirista James Marquand
Produtores Mathew Whyte, Krystian Kozlowski, Robert Chadaj
Elenco Principal Morgane Polanski, Ingvar E. Sigurðsson, Malcolm McDowell, Frederick Schmidt, Piotr Adamczyk, Agata Kulesza, Grégoire Colin, Lech Dyblik, Piotr Trojan, Jacek Beler
Gênero História, Guerra, Thriller
Ano de Lançamento 2025
Produtoras Sisyphus, FDR Studio, Media Finance Capital

E não posso esquecer da presença de Agata Kulesza, uma atriz que, para mim, personifica a alma polonesa em sua profundidade e sofrimento, especialmente após seu trabalho em filmes que exploram a dureza da vida naquele canto do mundo. Sua Stefania Skarbek, certamente, trará uma camada de humanidade e talvez de conflito familiar que só enriquece a tapeçaria da narrativa.

James Marquand, tanto na direção quanto no roteiro, tem em suas mãos a responsabilidade de tecer essa intrincada rede de emoções e eventos. Não é tarefa fácil. Uma história assim exige um olhar atento aos detalhes históricos, mas, acima de tudo, uma sensibilidade para a psique humana sob pressão extrema. Eu espero que ele nos mostre não apenas os horrores da guerra, mas as pequenas vitórias, os momentos de esperança teimosa, os sacrifícios silenciosos que definiram a resistência.

Sabe, a gente vive num mundo que muitas vezes esquece as lições do passado. Filmes como The Partisan não são apenas entretenimento; são lembretes urgentes. Eles nos forçam a olhar para trás e questionar: o que somos capazes de fazer quando tudo está em jogo? O que significa ser corajoso? E, mais importante, o que acontece quando histórias de heroísmo de figuras como Krystyna Skarbek ficam esquecidas nas páginas dos livros de história, ao invés de ressoarem com a força que merecem?

Meu coração bate mais forte ao pensar em cada cena, em cada olhar trocado, em cada perigo superado. Mal posso esperar para ser transportado para a Polônia devastada pela guerra, para sentir o cheiro da pólvora e o frio da neve, e para testemunhar a incrível jornada de Krystyna. Se você, como eu, busca filmes que te marquem, que te façam pensar muito depois que as luzes da sala se acendem, então guarde essa data: 3 de outubro. The Partisan promete ser mais do que um filme; promete ser uma experiência, uma conversa com a história que a gente não pode perder.

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